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Claro: nem aí para a PPR
Os trabalhadores da Claro, por intermédio de e-mails diários
ao Sinttel/Rio, cobram que a empresa se posicione sobre o adiantamento
da PPR em agosto. A empresa adia indefinidamente uma resposta sobre
o assunto. O Sindicato exige a formalização da proposta
feita à comissão de negociação, na reunião
de 25 de junho, e tem sistematicamente cobrado uma posição
da empresa. Na época, a Claro ficou de garantir se anteciparia,
ou não, o débito em relação ao PPR.
Também vale salientar que a empresa ainda não assinou
o acordo coletivo, apesar de a data-base ter sido em abril. O Sinttel
cobra que a Claro assine logo o acordo, e lembra que não é
a primeira vez que a empresa quebra compromissos empenhados. Um dos
exemplos concretos de promessas violadas envolve a dirigente sindical
Virgínia Berriel. Com o crachá bloqueado há meses,
a sindicalista, empregada da Claro, teve vedada a entrada nas instalações
da empresa. Após a negociação, há um mês,
com o setor de recursos humanos nacional, foi dito a Virgínia
que seu crachá seria liberado imediatamente. Quinze dias atrás,
a dirigente do Sinttel/Rio foi surpreendida com o bloqueio, ainda, do
crachá. A Claro alega problemas do setor da segurança
da tarja para justificar o impedimento de Virgínia. Sabe-se,
no entanto, que a empresa desrespeita a liberdade sindical dos trabalhadores.
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