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JORNAL DO SINTTEL-RIO Nº 1.125 - De 16 a 22 de JULHO de 2008
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Claro: nem aí para a PPR
Os trabalhadores da Claro, por intermédio de e-mails diários ao Sinttel/Rio, cobram que a empresa se posicione sobre o adiantamento da PPR em agosto. A empresa adia indefinidamente uma resposta sobre o assunto. O Sindicato exige a formalização da proposta feita à comissão de negociação, na reunião de 25 de junho, e tem sistematicamente cobrado uma posição da empresa. Na época, a Claro ficou de garantir se anteciparia, ou não, o débito em relação ao PPR.
Também vale salientar que a empresa ainda não assinou o acordo coletivo, apesar de a data-base ter sido em abril. O Sinttel cobra que a Claro assine logo o acordo, e lembra que não é a primeira vez que a empresa quebra compromissos empenhados. Um dos exemplos concretos de promessas violadas envolve a dirigente sindical Virgínia Berriel. Com o crachá bloqueado há meses, a sindicalista, empregada da Claro, teve vedada a entrada nas instalações da empresa. Após a negociação, há um mês, com o setor de recursos humanos nacional, foi dito a Virgínia que seu crachá seria liberado imediatamente. Quinze dias atrás, a dirigente do Sinttel/Rio foi surpreendida com o bloqueio, ainda, do crachá. A Claro alega problemas do setor da segurança da tarja para justificar o impedimento de Virgínia. Sabe-se, no entanto, que a empresa desrespeita a liberdade sindical dos trabalhadores.