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/ ATUALIZADO EM 27/06/2008 Ações da Embratel disparam sem explicação Telesintese - 26 de junho de 2008 Apesar de ter uma parte insignificante de suas ações negociadas na Bolsa, apenas 2% estão no chamado free float, a movimentação atípica dos papéis da Embratel este ano ainda não tem explicação clara por parte dos analistas de mercado. No ano a valorização dos papéis da empresa chega a 155%, sendo que apenas no mês de junho a valorização é de 103%. Ontem as ações preferenciais da empresa fecharam o pregão a R$ 21,80, e hoje, após valorização de 19%, atingindo o pico de R$ 26,01, estes papéis fecharam o dia a R$ 16,42, em queda de 24,68%. Já as ações ordinárias encerraram o dia a R$ 14,65, o que representa queda de 21,66%. Analistas do mercado financeiro consultados pelo Tele.Síntese não souberam explicar a movimentação atípica dos papéis. Isso porque não houve, aparentemente, nenhum movimento recente da Embratel ou da Telmex, holding controladora, que justifique esse comportamento, disseram os analistas. O último movimento neste sentido foi a separação da unidade internacional da Telmex de suas operações mexicanas, realizado há mais de duas semanas. (Da Redação) Vivo: obrigação de validar minutos excedentes A Justiça determinou, e a operadora tem que cumprir: a sobra de minutos no celular vale para o mês seguinte. De acordo com a sentença expedida pelo juiz Maurício Pires Guedes, do XXI Juizado Especial Cível do Rio de Janeiro, o não aproveitamento dos minutos excedentes de um mês para o outro caracteriza enriquecimento ilícito da empresa, além de configurar dano moral ao consumidor. A decisão judicial, que obriga a Vivo a transferir esses minutos para os meses seguintes, mas sem especificar o prazo, foi confirmada em segunda instância e não cabe recurso. Com isso, outras pessoas lesadas podem processar as demais concessionárias que adotam o mesmo procedimento de arrecadação financeira. O número do processo é 2007.800.002.235-9 Saiu caro O Itaú foi condenado a indenizar um defensor público carioca e sua esposa em cerca de 80 salários mínimos por ficarem presos por 40 minutos na porta giratória de uma agência (Processo nº: 2006.001.106259-9). O casal, cliente do banco há 40 anos, teve de se identificar ao segurança e a duas gerentes. Mas a confusão só foi resolvida com a chegada PM. Na decisão, o juiz Sérgio Seabra Varella, da 47ª Vara Cível, considerou que não se pode criar constrangimentos aos consumidores. Telemar lucra R$ 2,35 bi. Telefônica, R$ 2,36 bi - 28 de fevereiro de 2008 Consulta Pública Call Center - 27/02/2008 Fora da lei O Unibanco terá de pagar 134 salários mínimos a um funcionário vítima de Lesão por Esforço Repetitivo (LER). A decisão, do desembargador Agra Belmonte, do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, visa à reparação por dano moral, além de garantir recursos para o tratamento médico. O advogado da vítima explica que foi fundamental na decisão o fato de a empresa não disponibilizar equipamentos ergonômicos e impor uma carga de trabalho excessiva, sem os intervalos de tempo exigidos por lei. O trabalhador exercia a função de caixa e desenvolveu tendinite crônica, perdendo capacidade de trabalho. Processo nº: 2004.001.009.939-2 Estratégia jurídica Diretor e editor da Veja processam Luís Nassif BrT/Oi: Telemar nega fusão, e confirma valor entre R$ 4,5 bilhões e 5,2 bilhões 07 de fevereiro de 2008 Claro tem melhor trimestre de sua história Por Bruno De Vizia 07 de fevereiro de 2008 Embratel Participações lucra R$ 840,8 milhões em 2007 06 de fevereiro de 2008 |